domingo, 20 de janeiro de 2013

Perdas e Danos


Direção: Louis Malle
Atores: Jeremy Irons, Juliette Binoche, Miranda Richardson, Rupert Graves, Ian Bannen, Leslie Caron
Gênero: Drama
Duração: 106 minutos
Ano: 1.992                                                    

Sinopse: Stephen Fleming (Jeremy Irons) é um dos líderes do parlamento inglês. Um homem com reputação intocável e comportamento familiar exemplar. Isto até mergulhar de cabeça numa perigosa aventura de amor e sexo. Fleming se apaixona por Anna (Juliette Binoche), noiva de seu filho. Anna é uma mulher estonteante que também fica louca por ele. Eles sabem dos riscos que correm, mas a paixão é mais forte.

                                                                        
Filme maravilhoso, com cenas fortes e sensuais, bem ao estilo dos filmes europeus, onde todo a emoção e sentimento são mostrados através das expressões e olhares dos protagonistas, sem muitas explicações verbais, sem diálogos longos. A verdade, bem como os sentimentos são colocados de forma nua e crua, sem muito romantismo. História emocionante de um triângulo amoroso nada convencional, vividos entre pai, filho e a noiva. Ambos se apaixonam perdidamente pela mesma mulher, que à sua maneira perturbada e doentia também ama os dois e dos conflitos existentes em função destas paixões avassaladoras e sem limites. O roteiro de David Hare foi baseado na história de Josephine Hart, com produção e direção de Louis Malle, Vicent Malle e Simon Relph. Os atores principais já foram ganhadores do Oscar, Irons ganhou como Melhor Ator em 1.990, O reverso da fortuna e Juliette como Melhor Atriz Coadjuvante, em 1.996, no filme O paciente inglês. Ambos tem atuação marcantes neste filme, que transmitem com profundidade seus dramas e angústias, assim como o personagem de Ingrid (Miranda Richardson), a esposa traída. Tudo que é mostrado pelo filme, nos faz pensar muito no quanto somos vulneráveis em relação às nossa emoções, quando menos esperamos, podemos ver nossas vidas viradas de perna para o ar. Para que tenhamos a consciência de que o controle de nossa história, é ilusória...Tem uma frase marcante "que pessoas feridas são perigosas, porque sabem que podem sobreviver". Filme pode não agradar a muitos, devido ao seu realismo, mas acredito que vale assistir.  Recomendo, assista e comente.

Abrahan Lincoln - O caçador de vampiros




Direção: Timur Bekmambetov
Atores: Benjamin Walker, Mary Elizabeth, Dominic Cooper, Anthony Mackie, Rufus Jewell, Marton Csokas, Jimmi Simpson, Joseph Mawle, Robin McLeavy
Gênero: Suspense
Duração: 105 minutos
Ano: 2.012

Sinopse: Nancy Lincoln (Robin McLeavy) é a mãe do futuro presidente Abrahan Lincoln (Benjamin Walker) e foi assassinada por uma criatura sobrenatural. Inconformado com o fato, ele declara uma guerra sem piedade contra os seres das trevas e começa a destruir todos os vampiros e os escravos que os ajudam, tendo como pano de fundo a famosa Guerra Civil Americana.



Filme interessante pela forma como a história do famoso presidente dos Estados Unidos (16º presidente - de 1.861 a  1.865) é contada, aproveitando os fatos reais (Guerra Civil Americana, disputa de poder entre o Sul e o Norte, sua tentativa de unir novamente o pais e de acabar com a escravidão e/ou ao menos amenizar o racismo), com uma história fictícia, onde além de ser o incansável político, tem uma vida secreta, ao tentar impedir que os seres das trevas dominem o continente americano do norte. Os atores estão bem, convencem e a caracterização do Lincoln está perfeita. Só tem uma falha no filme: ele foi mordido pelo líder dos seres das trevas e não se transformou em vampiro... O filme é basado no livro de Seth Grahame Smith (também de Orgulho e Preconceito), onde os cineastas visionários Timur Bekmambetov e Tim Burton trazem uma voz fresca e visceral para o folclore do vampiro sedento de sangue, imaginando Lincoln como o maior caçador da história dos mortos vivos. Os dois também já produziram juntos uma animação: 9 - A salvação. O ator Benjamin Walker (A Bússula de ouro) venceu o papel principal de uma lista de atores que contava com Adrien Brody, Timothy Olyphant, Josh Lucas, James D'arcy, Oliver Jackson-Cohen, Eric Bana. E para viver o vampiro Henry Sturges, foram cotados Tom Hardy (A origem) e também Joaquim Phoenix. O filme foi todo rodado no estado de Lousiana, nos EUA, mas sendo que as criaturas das trevas, são mostradas sem o glamour de outras produções e são mais mais lentas e pouco interessantes. A fotografia é de Caleb Deschanel e o figurino, retratando a época de forma impecável, tem as assinaturas de Varvara Audyushko e Carlo Poggioli. É um bom filme de ação e suspense, sem ser excepcional no estilo, mas vale a pena ver.

sábado, 15 de dezembro de 2012

Amor além da vida


 Diretor: Vicent Ward
Atores: Robin Williams, Isabella Sciorra, Max Von Sydon, Cuba Gooding Jr., Jessica Brooks Grant, Josh Paddock
Gênero: Drama


Duração: 113 minutos                             
Ano: 1.998

Sinopse: Depois da morte de seus dois filhos, Chris Nielson e sua esposa Annie, passam por insuperáveis dificuldades emocionais. Anos depois, acontece nova tragédia: Chris também morre. Ele vai para o Paraíso, onde conhece Albert, um rapaz de bom coração que vai ajudá-lo a se adaptar à nova existência. Annie acaba se suicidando. Porém, diferente de Chris, ela não vai para o Paraíso, mas sim para uma espécie de purgatório onde ficam as almas perturbadas. Quando descobre o destino da mulher, Chris pede ajuda a Albert e os dois saem em uma jornada em busca da salvação da alma de Annie, provando que o amor desafia qualquer infortúnio.                     


Filme impressionante, uma verdadeira obra de arte, com uma belíssima fotografia (Eduardo Serra, o mesmo que responde por Harry Potter) e cenários, é um espetáculo visual e mantém a essência do livro de Richardson Matheson. Tem como diretor Vicent Ward, neozelandês que também é responsável por outras duas obras primas: Eu sou a Lenda e Em algum lugar do passado. Neste filme ele dirige com extrema sensibilidade a história de uma família (Williams, Isabella, Jessica e Josh) bem estruturada e feliz, que perde o rumo diante da fatalidade, da perda dos filhos e de como o casal lida com este luto e depois como cada um enfrenta suas escolhas, diante de novos acontecimentos. O tema tem fundamentos da Doutrina Espírita, nos leva a pensar que existe muito mais após a vida material, como: as consequências do suicídio, o poder do pensamento, os diferentes planos espirituais, a psicografia e a influência dos espíritos sobre as pessoas encarnadas. Não existem respostas prontas diante da dor e do sofrimento, cada um responde de acordo com aquilo que acredita e que plantou, e pode acabar encontrando o Paraíso ou o Inferno mental, que para si projetou ao longo do tempo. Não poderia deixar de comentar que Robin Williams está maravilhoso, como sempre, para mim é um ator brilhante, completo. A produção também é incrível, assinadas por Barnet Bain e Stephen Deutsch. Figurino de Yvonne Blake. É um trabalho primoroso de toda a equipe, Parabéns!!!. O filme foi indicado ao Oscar 1.999, para Melhor Direção de Arte e ganhou o prêmio de Melhor Efeitos Especiais. Ganhou também no Satellite Wards (EUA), na categoria de Melhor Efeitos Especias no cinema. Curiosidades: o título do longa foi retirado do Terceiro Ato da peça Hamlet, de William Sheakespeare. A atriz Annette Bening fez teste para a personagem Annie Nielson. Na cena em que Chris vai para a cidade no Paraíso onde as pessoas estão voando, podem ser vistos Peter Pan, Wendy, Michael, John e Mary Poppins. A mãe do diretor, é uma das pessoas que estão voando na cena da biblioteca. Filme imperdível, veja, com certeza não será perda de tempo.  É muito mais que uma simples história de amor...

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Querido John


 Diretor: Lasse Hallstrôn
Atores: Channing Tatum, Amanda Seyfried, Richard Jenkins, Henry Thomas, Scott Porter, Luke Benward, Keith Robinson
Gênero: Drama
Duração: 108 minutos
Ano: 2.010

Sinopse: John Tyree (Channing Tatum) é um jovem soldado que está em casa licenciado. Um dia conhece Savannah Curtis (Amanda Seyfried), uma universitária idealista em férias, por quem se apaixona. Eles iniciam um relacionamento, só que logo John precisará retornar ao trabalho. Dentro de um ano ele terminará o serviço militar, quando poderão enfim ficar juntos. Neste período eles trocam uma infinidade de cartas, onde cada um conta o que lhe acontece a cada dia. Mas o tempo passa e tudo pode acontecer.



Mais um filme baseado no livro homônimo de Nicholas Sparks, acredito que atualmente seja o autor mais levado as telonas. Gosto muito da forma como ele escreve, de modo sensível (para mim tem alma feminina), mas ao mesmo tempo, com todos os conflitos e dúvidas dos tempos atuais e do mundo real, não fica só na fantasia e romantismo, muito pelo contrário...Explora temas como morte, separação, doença, perdas...Adoro seus livros. Neste filme, é mostrado o encontro de duas pessoas, que se conhecem num período de verão, mas tão marcante que faz toda a diferença em suas vidas. Conseguem construir uma relação linda e verdadeira, mas é abalada pela distância e a importância/valor que cada um internaliza, para a relação dos dois (esta é a base do conflito que vivenciam) e a partir daí, fazem suas escolhas, de como a vida pode ser mudada. História muito bem construída, emocionante!!! Tem fotografia, assinada por Terry Stacey e músicas belas e tocantes, tendo como diretora responsável Deborah Lurie. Curiosidades: A bandeira sueca pode ser vista tremulando sobre o acampamento de John no Afeganistão, como forma de homenagem do diretor à sua terra natal. O livro que serviu de base para o filme era "Juntos ao luar", posteriormente foi relançado com o mesmo título do filme. Este foi o filme que retirou Avatar (2.009) da liderança das bilheterias americanas, posto que ocupava já há sete semanas. O personagem Allan, foi inspirado no filho do autor e roteirista Nícolas Sparks, que sofre de Síndrome de Aspenger, uma forma de Autismo (tema também abordado no livro/filme). O filme tem frases lindas, que nos faz pensar com mais profundidade, escolhi esta: "aprendi que amar não significa estar junto, mas sim querer ver a pessoa feliz, nem que isso custe a sua felicidade". Quer lição maior que esta, de combate ao egoísmo???!!! Mas tão difícil de colocar em prática, no nosso mundo atual, não é??? Filme para ser visto, mesmo para quem acredite que seja muito adocicado, ao primeiro olhar, mas que engana, é um bom filme para se pensar...

Quatro casamentos e um funeral


 Diretor: Mike Newell
Atores: Hugh Grant, Andie MacDowell, Simon Calow, John Hannah, Kristin Scott Thomas,  Rowan Atkinson, Charlotte Coleman, Emily Morgan, Jeremy Kemp.
Gênero: Comédia
Duração: 117 minutos

Ano: 1.993                                        

Sinopse: O filme apresenta a divertida descrição de pessoas se casando e...não se casando. Esta multifacetada construção está recheada de loucura matrimonial. A pesar de ser bonitão e charmoso, com muitas mulheres atrás dele, Charle (Grant), um londrino de 32 anos, não está interessado em se comprometer. Mas tudo muda quando ele conhece uma americana independente chamada Carrie (MacDowell). Instantaneamente "fisgado", Charle começa a persegui-la, mas acaba descobrindo que ela esta pronta e comprometida...com outro alguém.


Filme excelente que faz uma crítica ao casamento tradicional, do casamento como uma instituição e não quando se tem um compromisso de corpo e alma. Com um elenco, basicamente inglês, que dão um banho de interpretação e colocam muito bem a situação de encontros e desencontros, das dúvidas que surgem de quando se está "pronto" para assumir algo com mais profundidade e não somente sucumbir a uma pressão familiar ou social. Tudo com uma pitada de humor na medida certa, é uma "comédia verdadeiramente romântica" (Revista Variety). O filme fez um sucesso estrondoso no mundo todo e principalmente na Inglaterra, que até 1.999 foi a maior bilheteria da história do cinema no país. E o mais irônico é que o orçamento do filme era tão pequeno que, no casamento escocês mostrado no filme, não foi realizado na Escócia e os extras que participaram do filme tiveram que levar para as filmagens o seu próprio terno, nas cenas em que ocorrem o casamento. Durante a cena do funeral o ator John Hannah declama um poema maravilhoso sobre a perda de um grande amor, poema da escritora Wystan H. Auden. Com figurino que chama a atenção pelo bom gosto, assinado por Lindy Hemming. E a música que foi amplamente tocada, linda de Wet Wet Wet, Love is All around, simplesmente inesquecível e marcante, assim como a cena dos casal Charle e Carrie na chuva. O filme foi indicado ao Oscar 1.995 a Melhor Filme e Roteiro Adaptado. Ao BAFTA, que é uma premiação do Reino Unido, o filme venceu nas categorias de Melhor Ator para Hugh Grant, Filme e Atriz Coadjuvante para Kristen Scott Tumas. E teve indicação ainda para Ator Coadjuvante (Simon Calow e John Hannah), Atriz Coadjuvante para Charlotte Coleman, Figurino, Montagem, Roteiro Original e Música. Ganhou o Prêmio César 1.995 (França), de Melhor Filme Estrangeiro. No Globo de Ouro 1.995, venceu na categoria de Melhor Ator - comédia, para Grant e indicado a Melhor Filme Comédia/Musical, Atriz para MacDowell e Roteiro de Cinema. Curiosidades: Esta é a segunda vez que os atores Hugh Grant e Kristin Scott Thomas atuaram juntos, a anterior fora em Lua de Fel (1.992). A atriz Kristin dublou a própria voz na versão francesa do filme. Veja e depois comente, você não vai se arrepender.

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

O ritual




Direção: Mikael Halsfrom
Atores: Anthony Hopkins, Collin O'Donoghue, Alice Braga, Ciarán Hinds, Toby Jones, Rugter Hauer, Maria Grazia Cucinotta
Gênero: Suspense
Duração: 114 minutos
Ano: 2.011

Sinopse: O filme narra a história de um cético seminarista Michael Kovak (Collin), que está disposto a não fazer os votos para ser tornar padre, mas que acaba sendo convencido a ir para uma escola de exorcismo no Vaticano. Embora relutantemente, vai para Roma e sua vida muda quando ele encontra o pouco ortodoxo Padre Lucas (Hopkins), que lhe apresenta o lado obscuro de sua fé. Inspirado em fatos reais. 



Filme excelente, basta dizer que é estrelado pelo fantástico ator Sir Anthony Hopkins. Filme com ele é sempre garantia de ser bom, pois ele não iria se dar ao trabalho de fazer parte de um projeto que não valesse a pena, na altura de sua grandiosa carreira. É um suspense envolvente e tenso, em alguns momentos assustador, mas vale a pena. Tem uma história muito bem contada e composta, na eterna luta entre o bem e o mau (entre Deus e o Diabo) e de seus discípulos, de quanto somos tentados a nos deixar sucumbir pelo caminho mais fácil e tentador, de como somos colocados a prova pelas seduções mundanas, em contrapartida com os valores morais do Criador. Muito bom!!! Palmas para todo o elenco e direção. E de como um jovem cético (Collin - ator novo e enigmático) quanto a sua fé, família, igreja, exorcismo, muda sua concepção de tudo, ao entrar em contato com situações que jamais podia imaginar e acaba se encontrando como pessoa e como cristão. Filme que nos faz pensar...O filme foi inspirado no livro de um jornalista que viveu durante um período com padres exorcistas de verdade e teve um deles  Gary Thomas, que foi mesmo fazer um curso de exorcismo em Roma, para saber distinguir uma possessão de uma doença mental. O livro é "The Rite - The making of a Modern Exorcist", de Matt Baglio. As imagens aconteceram em locações como Budapeste, na Hungria e em Roma, na Itália. Curiosidade: No trailler do filme, toca uma música de Wojciech Kilar, mesmo autor da trilha de Drácula- de Bram Stocker (1.992), filme que também conta com o ator Anthony Hopkins. E conta com uma atriz brasileira, a Alice Braga, que faz o personagem de uma jornalista Angeline, que também tem seus demônios internos. Alice já participou de outras produções como: Ensaio sobre a cegueira, Eu sou a Lenda, Predadores; é temos uma brasileira, fazendo sucesso em Hollywood. Vale a pena ver o filme, é no mínimo intrigante. Veja e dê sua opinião.

No ritmo da dança


Diretor: Randa Haines
Atores: Chayanne, Vanessa L. Williams, Kris Kristofferson, Joan Plowright, Rick Valenzuela, Chaz Oswill
Gênero: Musical


Duração: 126 minutos            
Ano: 1.998

Sinopse: O jovem cubano Rafael Infante (Chayanne) acaba de perder a mãe e resolve fazer uma viagem para Houston, nos Estados Unidos, para conhecer seu pai John (Kris Kristofferson) que gerencia um estúdio de dança e não tem idéia que é pai do rapaz. Rafael começa a demonstrar muito talento para a dança e conhece Ruby Sinclair (Vanessa L. Williams), a grande esperança do estúdio para ganhar o Campeonato Mundial de Dança.

Filme delicioso de ver, um show de dança e música em ritmo latino, para os amantes do estilo é imperdível. A história mostra a paixão de um jovem simples cubano (o belíssimo Chayanne - nascido Elmer Figueiroa Arce), que vai para os Estados Unidos, é contratado como faxineiro em uma escola de dança, onde conhece e se apaixona pela professora (a carismática Vanessa), juntos os dois viverão uma sensual história de amor, envolvendo amor e dança, cercados de muito preconceito e competição. O filme é composto de cenas lindas e marcantes, principalmente dos casais que dançam. E qual não foi a minha surpresa, quando na competição o par Ruby (Vanessa) e Julian (Rick Valenzuela), dançam ao ritmo da música Eres todo en mi, com interpretação de Ana Gabriel, que nada mais é que uma versão cubana de uma das minhas músicas preferidas You're my everything - Santa Esmeralda, composição de Leroy Gomez. Amei também esta versão. Foi perfeito a cena em que ela dança com Julian, mas para Rafael, com uma sensualidade invejável. E ainda tem outras músicas de Glória Estefan, Thalia e Jon Secada. Curiosidades: Chayanne representa um cubano, mas na verdade é de Porto Rico. As cenas de Cuba, foram filmadas na República Dominicana. Rick Valenzuela é realmente dançarino profissional e foi o responsável pelo desenvolvimento do figurino de Vanessa L. Williams, para a cena do campeonato. Os bailarinos no campeonato em Las Vegas eram, na verdade, antigos campeões de dança. Chayanne segue a sua carreira de cantor até hoje, morando atualmente nos Estados Unidos. Recomendo para assistir, é um filme que apesar de não ter uma grande produção, é emocionante, gostoso de ver e rever várias vezes. Comente!!!