quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Cartas para Julieta


Direção: Gary Winick
Atores: Amanda Seyfried, Gael Garcia Bernal, Wanessa Redgrave, Franco Nero, Christopher Egan, Daniel Beldock, Ashley Llilley, Marcia Debonis
Gênero: Romance
Duração: 105 minutos
Ano: 2.010












Sinopse: Sophie (Amanda Seyfried) é uma aspirante a escritora que viaja para a Itália, ao lado do noivo Victor (Gabriel Garcia Bernal) que sonha em ter um restaurante. Em Verona, onde se passou a história de Romeu e Julieta, local perfeito para uma lua de mel antecipada. Sophie acaba percebendo que seu noivo está mais interessado nos fornecedores para seu restaurante do que nela. Na cidade, descobre uma antiga carta de amor e junta-se a um grupo de voluntárias que responde missivas amorosas. Para sua surpresa, a remetente Claire (Wanessa Redgrave) ouve o conselho dado na resposta e vai procurar Lorenzo Bartolini, por quem se apaixonou na juventude. Mas existem muitos italianos com o mesmo nome e Sophie demonstra interesse em ajuda-la na tarefa, desagradando o neto Charlie (Christopher Egan), que já tinha reprovado essa louca aventura da avó viúva.

                                                         
Filme ultra-romântico, que nos mostra que um amor verdadeiro não morre jamais, apesar do tempo e de todas as intempéries da vida, cabe a cada um fazer ou refazer a escolha certa, no momento certo e não desistir dos seus sonhos. Na belíssima Verona (com seus tons dourados, como fosse um eterno entardecer, muito bem fotografada por Marco Montecorvo), existe uma polêmica sobre se a história de Romeo e Giulieta foi mesmo real, se o romance escrito por William Shakespeare, um inglês, foi ou não um plágio. Bem, o que se tem registro é que houveram mesmo as família Capuletto e Montechio.  Há mesmo uma casa visitada por turistas do mundo todo e que realmente cartas são deixadas nas paredes da casa, com balção e tudo, mas a casa é datada de 1.920, portando não é a residência oficial da família dela, no século XV. As cartas são deixadas na parede da casa (em torno de 5.000, buscando conselhos amorosos), no dia de São Valentim, dia 14 de fevereiro, data parecida como o Dia dos Namorados, aqui no Brasil e são respondidas por 15 voluntários (Clube da Julieta). Então o que é mostrado no filme, realmente ocorre. E Sophie, ao se ver decepcionada com a postura do noivo, acaba se envolvendo naquilo que mais sabe fazer, que é investigar a fundo os fatos e acontecimentos e aí parte, junto com a Claire e seu lindo neto, para Siena, em busca  de seu namorado da adolescência, Lorenzo. É lindo o discurso que Claire faz, quase no fim do filme, sobre o significado do "E" e "SE", ou seja, o significado e a profundidade com que temos que observar nossos sentimentos, a responsabilidade que devemos ter para realizar as nossas escolhas, pois elas podem mudar nossas vidas para sempre, é uma pena que não temos a possibilidade real, de ver como seriam nossas "outras escolhas". Curiosidades: Hugh Dancy foi cotado para interpretar o personagem de Victor. O casal da terceira idade Wanessa Redgrave e Franco Nero são casados na vida real, oficialmente desde 2.006, mas tem um filho do início do relacionamento. O filme foi o último de Gary Winick (Noivas em guerra e De repente 30), pois ele faleceu em 27 de fevereiro de 2.011, aos 49 anos de câncer no cérebro. É a segunda vez que Amanda faz um personagem de nome Sophie, o primeiro foi no Mamma Mia - o filme. O atores principais são cada um, de nacionalidade diferente. Amanda, norte-americana; Christopher, australiano; Gael, mexicano; Wanessa, britânica e Franco, italiano. Uma frase tocante do filme: "e tudo à minha volta me faz sentir você". Assista, é um filme doce e cativante.

domingo, 2 de setembro de 2012

O Senhor da guerra


Diretor: Franklin J. Schaffner
Atores: Charlton Heston, Richard Boone, Rosemary Forsyth, Guy Stockwell, Niall MacGinnis, James Forentino
Gênero: Guerra
Duração: 122 minutos
Ano: 1.965

Sinopse: No século XI, o poderoso Duque Willian de Ghent envia o seu mais leal cavaleiro, Chrysagon (Charlton Heston), juntamente com seus guerreiros, para guardar e proteger seus assentamentos na costa da Normandia de ataques e pilhagens pelos guerreiros de Frisian. Tentado a tomar Bronwyn (Rosemary Forsyth), a filha do ancião da vila Odins (Niall MacGinnis), pela lei do droit de seigneur: o senhor da guerranacaba percebendo que na verdade ele se encontra perdidamente apaixonado pela donzela. "O Senhor da guerra" marca a estréia da primeira parceria entre os atores Charlton Heston e Franklin Schaffner, ambos premiados pela Academia pelos filmes Ben-Hur e Patton, respectivamente. Este filme foi adaptado para as telas do cinema a partir do romance e peça original de Leslie Stevens pelos também renomados John Collier e Millard Kaufman.   
     

Filme encantador, que pelo título pode enganar, caso o expectador esteja esperando um filme de ação, guerras e lutas intermináveis, pode ficar decepcionado. O que sugere ação se torna romance. Um grande Senhor de guerra, após vinte anos de total dedicação ao seu duque e movido por um sentimento de honra e lealdade, é enviado para um território inóspito da Normandia, como senhor e guardião do local (para manter a paz e proteção da fronteira e também o reconhecimento de sua lealdade, assim tem a possibilidade de ter de volta algo que seu pai perdeu para os bárbaros), acaba por se render ao amor, quando salva a filha adotiva do chefe do vilarejo local (que vivem ainda das crenças antigas dos druidas, cheio de magia e superstições). Bastou olhar para Bronwyn e pronto! Apaixonou-se perdidamente, tanto que provoca uma ruptura nas suas relações com seu irmão e com seus soldados. Esse amor, faz com que questione todos os seus valores morais, causando muitos conflitos internos e externos. O motivo real da guerra está aí, a luta pelo amor de uma mulher, a partir daí é que a guerra se torna palpável e compreensiva. Por ser antigo, as imagens e os efeitos especiais, talvez não agrade ao espectador mais exigente, acostumado com a a tecnologia dos filmes atuais. Apesar de tudo, o filme tem uma ótima construção: a fotografia demonstra uma aura de mistério, apresenta a atmosfera sombria da região. Os guerreiros são destemidos, violentos, defensores da justiça e paz, mostrando uma realidade até mesmo cruel, mas convincente. Também mostra a inteligência e criatividade, quando constroem suas engenhocas, como modo de ataque e defesa. É um drama histórico da Idade Média que recria os conflitos vividos pela cavalaria nobre contra o mundo bárbaro. Recomendo, vale a pena ver.  

sexta-feira, 31 de agosto de 2012

As idades do amor


Direção: Giovanni Veronesi
Atores: Robert de Niro, Monica Bellucci, Laura Chiatti, Valeria Solarino,  Vittorio Emanuelle Propizio, Carlo Verdone, Michelle Placido, Donatella Finocchiaro, Riccardo Scamarcio
Gênero: Comédia romântica.
Duração: 125 minutos
Ano: 2.011


Sinopse: Roberto (Riccardo Scarmacio) é um jovem e ambicioso advogado que está prestes a se casar com Sara (Valeria Solarino). Durante uma desapropriação da qual é encarregado, ele encontra Mico (Laura Chiatti), uma bela e provocante mulher. Fábio (Carlo Verdone), um famoso apresentador de televisão, tem sido o marido perfeito. Certa noite, numa festa, ele encontra Eliana (Donatella Finocchiaro), uma femme fatale cheia de surpresas. Adrian (Robert de Niro) é um americano, professor de História da Arte, que se mudou para Roma, após o divórcio. Ele é amigo de Augusto, porteiro do prédio, cuja exuberante filha Viola (Monica Bellucci) está prestes a quebrar sua existência pacífica e reacender seu fogo...



Filme delicioso de ver, leve, engraçado, mas ao mesmo tempo enternecedor. Mostra três história, como sendo as três idades do amor, de como lidamos com esta experiência na fase da juventude, depois quando estamos mais maduros e por fim, na
fase da meia-idade. Tudo com pitadas de bom
humor e encantamento, mas que nos faz pensar de que na verdade, não importa a idade que temos, o que importa é que somos levados, literalmente arrastados por algo no qual não temos controle algum, algo que não sabemos por quê acontece, mas que acaba marcando as nossas vidas para sempre, de uma forma e de outra, e que no final temos que fazer escolhas. Acabamos tendo a consciência de que não podemos ter tudo que queremos e nem como queremos... Com final feliz ou não, tudo é muito impreciso, mas que acaba por nos trazer um grande benefício, o conhecimento de nós mesmos com mais profundidade. Tem uma bela fotografia, como não poderia deixar de ser, com locações na bela Toscana e outras localidades da eterna Itália, linda por natureza. Com elenco desconhecido para nós (temos contato mais direto com o cinema americano), basicamente italiano, mas com belos, carismáticos e talentosos atores e atrizes e ainda o nosso "velho" conhecido Robert de Niro, que está muito convincente e eternamente charmoso, como um professor americano, que vive uma tórrida história de amor na idade de maior maturidade, na verdade acaba compondo  as cenas mais verdadeiras e fortes do filme. O filme tem a produção assinada pelos irmãos Luigi e Aurélio de Laurentis. Uma outra curiosidade é que este filme é o terceiro de uma franquia: Manual do Amor (2.005), Manual do Amor 2 (2.007), todos dirigidos por Veronesi. Monica Bellucci e Riccardo Scarmacio atuaram em Manual do Amor 2, mas interpretaram personagens diferentes deste filme. Veja, para os românticos, é imperdível. Comente!!!

1.492 - A conquista do Paraíso


Direção: Ridley Scott
Atores: Gérad Depardieu, Sigourney Weaver, Armand Assante, Angela Molina, Michael Wincott, Tchéky Karyo, Frank Languella
Gênero: Aventura
Duração: 154 minutos
Ano: 1.992                                                         

Sinopse: É  uma grande aventura com cenas deslumbrantes captadas pelo diretor Ridley Scott (Alien, Blade Runner - O caçador de andróides, Thelma e Louise) e estrelada por Gérard Depadieu, Armand Assante e Sigourney Weaver. Depardieu interpreta Cristóvão Colombo, um intrépido navegador que descobre uma nova rota para às Índias, porém não deixa de estar sujeito às traições e carnificinas que suas viagens trariam como consequência. Vinte anos de sua vida, passando pelo empenho em conseguir apoio da Coroa Espanhola para bancar sua expedição. O filme mostra as duas primeiras viagens que se tornaram um marco na vida desse almirante e nos leva à terceira e última etapa da deslumbrante aventura. Bravura e cegueira, triunfo e desespero e a arrogância do Velho Mundo, em contraste com a inocência do Novo Mundo, sucedeu, nessa ordem, uma história guiada por poder e paixão extremados. Mostra a luta de Colombo para colonizar um continente que descobriu por acaso, além de sua decadência e velhice.

Da realidade para a ficção, este filme é uma aula de história, nos mostra a odisséia de Cristóvão Colombo, através do cotidiano desgastante, dos motins da tripulação e de toda incerteza que cercava a expedição daquela época, quanto ao rumo e ao prosseguimento da viagem, tudo era muito incerto, só mesmo a intuição e sua fé de que estava preste a realizar uma grandiosa descoberta, o continente americano. E infelizmente, a história nos mostra que os louros da descoberta acabou ficando com o italiano Américo Vespúcio. O que foi um feito histórico para os europeus ( para a classe nobre da época, infectada por princípios políticos criados para atenderem aos seus interesses: a dominação e a busca constante por riqueza, para poder sustentar seus excessos e luxos, será só no passado???), resultou numa invasão cruel para os nativos. O filme é brilhante, com direção de Ridley Scott e foi lançado em 1.992, durante o período das comemorações de 500 anos do descobrimento da América. O filme em si é um épico de grandes qualidades, Scott se esmerou ainda  mais, naquilo que já é mestre: fotografia, figurinos baseados em pesquisas aprofundadas sobre os padrões de vestuários do período, reprodução de objetos e artefatos característicos da época e locações que passam a idéia clara do ambiente em que ocorreram os acontecimentos e como se não bastasse, tudo ao som do competente compositor Vangelis, com sua musicalidade que passa uma aura de vitória, conquista e êxtase, associada a certa religiosidade, quando acontece a chegada de Colombo no continente, emocionante... O diretor que também foi um dos produtores, fez uma única exigência para aceitar a direção do filme, de que o personagem principal fosse interpretado por Gérard Depardieu, que foi extremamente convincente. O filme também propiciou uma segunda parceria de Scott com Sigourney Weaver, a primeira foi em Alien, o 8º passageiro. Assista, é altamente educativo, a real história, aquela que não vemos na nossa formação acadêmica.

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Príncipe da Pérsia - As areias do tempo


Direção: Mike Newell
Atores: Jake Gyllenhaal, Gemma Arterton, Ben Kingsley, Alfred Molina, Richard Coyle, Toby Kebbell, Dove Pope, Ronald Pickup
Gênero: Ação e Aventura
Duração: 116 minutos                                             
Ano: 2.010

Sinopse: Pérsia, Idade Média, Dastan (Jake Gyllenhaal) é um jovem príncipe que auxilia o irmão a conquistar uma cidade inimiga Alamut. Lá ele encontra uma estranha e bela adaga, a qual decide guardar. Tamina (Gemma Arterton), a princesa local percebe que Dastan detém a adaga e tenta se aproximar dele para recuperá-la. A adaga possui o poder de fazer seu portador viajar no tempo, quando dentro dela há areia mágica. Só que Dastan é vítima de um golpe. Ele é o encarregado de entregar ao pai, o Rei Sharaman uma túnica envenenada, que o mata. Perseguido como se fosse um assassino, ele precisa agora provar sua inocência e impedir que a adaga caia em mãos erradas.


Filme encantador, com uma fotografia e figurinos primorosos, mostrando a Pérsia medieval (hoje Irã), um encanto de ver, um épico grandioso, com cenas agradáveis, ricas em detalhes e aventura, recheado de efeitos especiais. O filme nos mostra o valor das relações afetivas que independem dos laços sangüineos. Dastan, apesar de não ser filho legítimo do Rei Sharaman (Ronald Pickup), tem uma dignidade e honra incomparável, sem falar de um senso e respeito pela família (tudo que ele não teve e aprendeu a valorizar) sem igual, coisa que nem seu Tio, o Vizir Nizam foi capaz de ter, movido apenas pela inveja e interesses próprios. Durante o filme descobre e se rende ao amor, (apesar de seu espírito livre e indomável), ao unir forças com a bela e misteriosa princesa Tamina, juntos eles lutam contra forças obscuras com o objetivo de salvaguardar uma antiga adaga capaz de liberar as Areias do Tempo - um dom dos Deuses que dá a pessoa que a possui o poder de controlar o mundo. Filme visualmente lindo, que foi baseado no jogo eletrônico lançado em 2.003. O roteiro do filme foi assinado pelo mesmo criador do jogo, Jordan Mechner. Seus personagens são baseados na mitologia persa, como o Shahnameh (Livro dos Reis) e nas lendas deixadas por este povo místico. A trilha sonora é cantada por Alanis Morissette que compôs a canção "I Remain". A equipe de produção foi a mesma que levou a Trilogia de Piratas do Caribe para as telas do cinema, entre eles Jerry Bruckheiner, em parceria com o Estúdio Walt Disney Pictures. Mais uma curiosidade é que os atores Zac Efron e Orlando Bloom foram cotados para o papel do Príncipe Dastan, que acabou ficando com Jake Gyllenhaal (que está divino, apesar de algumas críticas a respeito do seu olhar melancólico, não convencer muito como um guerreiro da idade média, pela falta de determinação e força, mas para mim esbanja charme ao passar a imagem de mocinho que carrega uma trauma de infância).

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

X-MEN primeira classe


Direção: Mathew Vaughn
Atores: James Mcvoy, Michael Fassbender, Kevin Bacon, Jennifer Lawrence, Rose Byrne, Oliver Platt, Jason Fleming, Zoe Kravitz, Nicolas Hoult, January Jones
Gênero: Ficção científica e Ação
Duração: 132 minutos
Ano: 2.011

Sinopse: Anos 60, Charles Xavier (James Mcvoy) é formado em teologia e filosofia e realiza um trabalho de pós graduação junto às Nações Unidas. N a universidade de Oxford ele conhece Erik Lehnsherr (Michael Fassbender), filho de judeus que foram assassinados pelos nazistas durante a Segunda Guerra Mundial. Erik escapou graças ao seu poder de mutante de controlar metais. Ao término da guerra, Erik passou a trabalhar como intérprete para a inteligência britânica, ajudando judeus a irem para um país recém fundado, hoje chamado Israel, Charles e Erik logo se tornam bons amigos, mantendo um respeito mútuo pela inteligência e ideais do outro. Em 1.965, Charles decide usar seus poderes psíquicos para ensinar jovens alunos mutantes a usarem seus dons para fins pacíficos. Nasce a Escola para Jovens Superdotados, gerenciadas pelos dois amigos. Mas um desentendimento faz tudo mudar.

                                                    
Para mim foi o melhor filme da série da Marvel, esse é o quinto (X men - O filme em 2.000, X men 2 em 2.003, X men - O confronto final em 2.006 e X men origens - Volverine em 2.009), pois explica de modo sensível e ao tempo criativo, a origem de cada mutante, de como tudo iniciou e apresenta cada personagem, com sua história de vida que nos faz entender o porque de suas escolhas. Vai mostrando a rivalidade dos personagens principais da saga, que inicialmente eram amigos e parceiros, mas um choque de valores faz com que se tornem rivais para sempre. O filme também nos faz refletir sobre questões como auto-aceitação, preconceito e exclusão, que mesmo sendo um enfoque de ficção, é possível trazer para a vida real, de como é difícil para nós sermos tolerantes com as diferenças...O filme tem um excelente jovem elenco e teve seu roteiro escrito a cinco mãos. Iniciou com Josh Schwartz, mas quem acabou assumindo o projeto foi Bryan Singer, que requisitou outros roteiristas como Jamie Moss, Ashley Miller e Zack Stentz (sendo os dois últimos responsáveis por Thor - 2.011) e também o próprio Mathew Vaughn. O filme tem efeitos visuais e especiais fantásticos, como o que o Magneto faz com o submarino e helicóptero (imperdível!!! Só vendo). Outra curiosidade é que a atriz Amber Heard teve seu nome associado ao personagem Mística, mas quem assumiu foi Jennifer Lawrence. Também Taylor Lautner (o Jacob da Saga Crepúsculo) foi considerado para o papel de Hank McCoy, o Fera, que acabou desistindo por conflitos de agenda. E Rosamund Pike chegou a ser cogitada para interpretar Moira Mc Taggert e Emma Frost, mas os papéis acabaram ficando com Rose Byrne (Moira) e January Jones (Emma). O filme é ótimo, prende a atenção do início ao fim, com cenas de extrema beleza e sensibilidade. Não deixe de ver. 

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Contágio


Direção: Steven Soderbergh
Atores: Matt Damon, Jude Law, Gwyneth Paltrow, John Hawkes, Laurence Fishburne, Marion Cottilard, Kate Winslet, Brian Cranston
Gênero: Ficção
Duração: 106 minutos
Ano: 2.011

Sinopse: Contágio segue o rápido progresso de um vírus letal, transmissível pelo ar, que mata em poucos dias. Como a epidemia se espalha rapidamente, a comunidade médica mundial inicia uma corrida para encontrar a cura e controlar o pânico que se espalha mais rápido do que o próprio vírus. Ao mesmo tempo, pessoas comuns lutam para sobreviver em uma sociedade que está desmoronando.


Filme excelente, com um elenco maravilhoso, sendo que alguns tem a aparição rápida, mas faz toda a diferença, quatro já ganharam o Oscar (Kate - O leitor, Marion - Piaf, Matt - Invictus e Gênio Indomável, e Gwyneth - Sheakespeare apaixonado) e três foram indicados (Laurence, Jude e John); estão todos muito bem. Filme triste, mas muito bem construído e apresentado, Parabéns ao roteirista Scott Z. Burns, que nos serve de alerta para o que pode acontecer em caso de uma epidemia mundial. Tudo é muito rápido e mortal, chega a assustar e despertar certa angústia ao pensarmos no assunto, de que podemos morrer e/ou perder entes queridos em questão de dias. Dá um frio na barriga!!! Mas não tem como não pensar: em como somos frágeis e mortais, pelo menos nesta vida. Faz despertar em nós a consciência de nossa impotência diante de algumas situações... Amei o filme, apesar de ter tantos sentimentos conflituosos despertados. Do mesmo diretor da trilogia Onze homens e um segredo. E ainda tem a música do U2 "All I want is you" embalando tudo isso. Mais uma curiosidade: a atriz Jennifer Conelly foi cotada para viver Beth Emhoff, personagem vivido por Gwyneth Paltrow. Não deixe de ver, no seu estilo, é incomparável.